Participação das mulheres consolida políticas de equidade, inspira novas trajetórias e muda a cultura institucional

Entre atendimento à sociedade, processos de fiscalização e decisões que orientam o exercício profissional, o Crea-SP também espelha avanços em sua própria estrutura. Neste Dia Internacional das Mulheres, o Conselho apresenta um cenário de maior presença feminina em cargos de liderança. Desde que a atual presidente do Crea-SP, engenheira Lígia Mackey, se tornou a primeira mulher a liderar o Conselho em mais de 90 anos de história, outras transformações passaram a se consolidar. Esse movimento institucional também vem se ampliando. Para a gestão de 2026, a autarquia conta com cinco mulheres atuando como coordenadoras e coordenadoras-adjuntas de Câmaras Especializadas, três diretoras, além de profissionais que ocupam posições nas superintendências e nas coordenações de comissões e comitês.

O cenário também muda no que tange à inserção feminina da carreira na área tecnológica. Dados da Superintendência de Tecnologia e Inovação do Conselho (SUPTEC) confirmam que quase 55 mil mulheres estão registradas no Crea-SP. Ação corroborada também no âmbito nacional. De acordo com o Mini-Censo do Confea, realizado em parceria com a Quaest e divulgado em maio de 2025, nos últimos cinco anos o crescimento dos registros femininos foi de 36%, enquanto o de masculinos alcançou 24%.

Avanços, ainda que paulatinos, muito significativos para a agenda de Diversidade, Equidade e Inclusão da autarquia. “Não basta crescermos em números. Precisamos garantir que essas profissionais permaneçam e evoluam com condições reais para disputar os espaços de decisão. A transformação acontece quando a equidade deixa de ser discurso e passa a integrar a cultura da instituição. E como é gratificante ver esse movimento acontecer no Crea-SP”, exclama a presidente Lígia.

A mudança ganha contorno na experiência de quem ocupa esses espaços. Para as profissionais, a chegada aos cargos de liderança representa uma conquista coletiva aliada à certeza de que estão no caminho certo. “Quando me formei, éramos poucas na turma. Ocupar a Diretoria Técnica e ter coordenado a Câmara Especializada de Agronomia (CEA) não é sobre um cargo, é mostrar que o nosso lugar é onde decidimos estar, seja no campo, na academia ou na tomada de decisão do maior Conselho profissional do país”, destaca a Eng. Agr. Gisele Herbst Vazquez, diretora Técnica do Crea-SP.

Na mesma perspectiva, a conselheira e coordenadora da Câmara Especializada de Engenharia Química (CEEQ), Eng. Quim. Nelize Maria de Almeida Coelho, ressalta o alcance coletivo dessa presença. “Ocupar um espaço de liderança no Crea-SP, representa responsabilidade, representatividade e compromisso com as próximas gerações. Quando uma mulher ocupa uma posição de liderança, não ocupa apenas por si, ela amplia o horizonte de outras mulheres”.

Para as jovens que acompanham esse cenário, a mensagem é de estimulo. “Não deixem que digam onde vocês podem ou não chegar. A Engenharia precisa da sensibilidade, da inteligência e da capacidade de liderança das mulheres. Há espaço, e, se ainda não houver, nós abrimos”, enfatiza Nelize.

Reconhecimento institucional

A política institucional também ganha destaque, como ocorre com o sucesso do Programa Mulher, estruturado para promover formação, qualificação e acesso a oportunidades que só em 2025 alcançou mais de 25 mil pessoas com capacitações, mentorias e eventos. Esse compromisso também encontrou reconhecimento externo. O Crea-SP acaba de conquistar o Selo Ouro de Certificação em Boas Práticas no Combate à Violência Contra as Mulheres – Prática Recomendada (PR) 1019, concedido pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), por meio do programa Nós por Elas.

“Que esse movimento inspire outras instituições e empresas a promoverem ambientes cada vez mais inclusivos, onde competência e liderança feminina sejam valorizadas e respeitadas. Seguimos construindo caminhos para as próximas gerações”, pontua a coordenadora do Comitê Gestor do Programa Mulher, Eng. Civ. Priscila Bezerra.

Produzido pela CDI Comunicação

Reconhecimento da ABNT atesta a maturidade das políticas institucionais de enfrentamento e o fortalecimento de ambientes mais seguros e equânimes dentro e fora do Conselho

Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública apontam que o Brasil registra, em média, quatro feminicídios por dia, revelando a dimensão crítica da violência de gênero no país. É nesse contexto que o Crea-SP reafirma seu compromisso com o enfrentamento dessa realidade com resultados que seguem se consolidando. Durante a Sessão Plenária de fevereiro, o Conselho recebeu o Selo Ouro de Certificação em Boas Práticas no Combate à Violência Contra as Mulheres – Prática Recomendada (PR) 1019, concedido pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), por meio do programa Nós por Elas (NPE).  

A conquista reforça a responsabilidade do Conselho diante de uma pauta que exige ação contínua. O reconhecimento sucede a certificação bronze obtida anteriormente e mostra o amadurecimento das políticas implementadas, que incluem capacitações, recursos de acolhimento, medidas preventivas e ações de conscientização direcionadas ao público interno e à sociedade. Trata-se da validação de que a instituição segue alinhada às práticas que visam a promoção de ambientes seguros e equânimes. 

“Essa conquista não é um ponto de chegada, é a confirmação de que estamos no caminho certo. O que nos trouxe até aqui foi trabalho contínuo para tratar a pauta com a devida seriedade. Seguiremos avançando e consolidando uma cultura de respeito dentro e fora do Conselho. Nosso compromisso é manter essa agenda viva, com responsabilidade e resultados”, afirmou a presidente do Crea-SP, engenheira Lígia Mackey. 

Na mesma ocasião, foi homologada a adesão ao Pacto Ninguém Se Cala, firmado com o Ministério Público do Estado de São Paulo e a Procuradoria Regional do Trabalho da 2ª Região. O documento estabelece a adoção de iniciativas de caráter preventivo, orientadas pela perspectiva de gênero, com foco no enfrentamento da cultura da violência, assédio e outras formas de violação de direitos nos ambientes de trabalho e em espaços institucionais. 

“A violência contra a mulher no Brasil não é um problema exclusivo das mulheres, é uma questão de toda a sociedade. Precisamos contar com a participação dos homens como aliados no enfrentamento dessa realidade. O Ministério Público do Trabalho está à disposição para o que for necessário”, disse a procuradora regional, Adv. Adriane Reis de Araújo, representando o Ministério Público do Trabalho. 

Na mesma linha, a promotora de Justiça, Adv. Juliana Mendonça reforçou o caráter transformador do compromisso assumido. “O pacto é justamente um chamamento para que todos nós não nos silenciemos diante de violências praticadas contra as mulheres. Que sejamos capazes de ouvir, acolher e transformar”, pontuou. 

“Estamos vivendo um momento muito triste no país em que a violência contra as mulheres é um problema cultural. O Crea-SP tem uma singularidade importante na sensibilização da sociedade, e, ao abraçar essa causa, também demonstra a relevância de seu papel. A certificação é uma das ações que contribuem para mudar esse cenário”, exclamou o presidente da ABNT, Eng. Mário William Esper (acima). 

Produzido pela CDI Comunicação 

O número de desabrigados pelas fortes chuvas em Minas Gerais já supera 3 mil pessoas nesta quinta-feira (26). A previsão é de que os temporais persistam até sexta-feira (27), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Diante da grande quantidade de pessoas afetadas, o Sistema Confea/Crea e Mútua intensificou iniciativas técnicas e ações de mobilização. “Minas Gerais está vivendo seus piores momentos nos últimos anos. A tragédia de Juiz de Fora, Ubá e as cidades da região já deixaram 54 pessoas mortas, mais de 14 desaparecidas e milhares estão fora das suas residências. Neste momento, o Crea de Minas Gerais mobilizou profissionais voluntários que estão à disposição para contribuir com informações e avaliações técnicas e auxiliar na resposta e recuperação das áreas afetadas”, afirma o presidente do Confea, engenheiro de telecomunicações Vinicius Marchese.

O Crea-MG destacou uma equipe para acompanhar ocorrências, avaliar estruturas, identificar riscos e orientar medidas de redução de danos.  O suporte prestado integra o convênio firmado com a Defesa Civil Estadual, em 2025, para atuação em situações de desastre, contribuindo para fundamentar decisões emergenciais, reforçar a segurança da população e apoiar a recuperação das áreas atingidas, como explica o presidente do Regional. “Até o momento já foram encaminhados 20 profissionais para ajudar nas ações da Defesa Civil em Juiz Fora e região. Eles estão dando suporte nas avaliações de estruturas, mapeamento de risco e intervenções emergenciais para a segurança da sociedade”, relata o engenheiro civil e de segurança do trabalho Marcos Torres Gervásio.

A atuação dos profissionais da engenharia contribui para preservar vidas e reduzir prejuízos em momentos assim, como reforça Gervásio: “O Crea-MG cumpre seu papel institucional ao colocar sua capacidade técnica a serviço da sociedade e ao apoiar a Defesa Civil nas ações necessárias”.

Outra frente de apoio do Crea é a campanha de arrecadação de donativos destinada a atender as famílias atingidas pelas chuvas. A sede, em Belo Horizonte, as inspetorias do Conselho em Nova Lima, Barbacena, Ubá, Muriaé, Viçosa, Ponte Nova, Conselheiro Lafaiete, São João Del-Rei e Juiz de Fora e o escritório em Carandaí estão funcionando como pontos de coleta. As unidades foram escolhidas por estarem mais próximas das áreas atingidas, o que otimiza a logística e garante maior agilidade na entrega dos donativos.

Confira aqui os endereços, onde podem ser doados itens de necessidade imediata, como:

  • Água mineral
  • Alimentos não perecíveis da cesta básica
  • Itens de higiene pessoal, como shampoo, condicionador, sabonete, pasta e escova de dentes
  • Produtos de limpeza, como desinfetante, detergente, água sanitária e sacos de lixo
  • Roupas de cama e banho, como lençóis, cobertores e toalhas
  • Roupas em bom estado de conservação

Além da mobilização para arrecadar donativos, o Crea-MG vai apoiar a logística de distribuição dos itens nas áreas mais impactadas, em articulação com os órgãos responsáveis pela resposta à emergência, contribuindo para que a ajuda chegue com agilidade a quem mais precisa.
Equipe de Comunicação do Confea, com informações do Crea-MG

Durante a 143ª Reunião do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade), realizada nesta semana, o engenheiro civil Daniel Faganello apresentou a Cartilha de Acessibilidade do Sistema Confea/Crea e Mútua. O documento, uma referência no tema, tem como objetivo orientar engenheiros e demais profissionais da construção civil na promoção de cidades mais inclusivas e acessíveis, alinhadas às normas técnicas e legislações vigentes.

Em seu pronunciamento, o representante do Confea no Conade destacou a relevância da Cartilha de Acessibilidade como instrumento indispensável para a conscientização e capacitação dos técnicos da área. Segundo Faganello, o setor ainda enfrenta o desafio de suprir a carência de profissionais qualificados para atuar em acessibilidade, um mercado de trabalho que demanda cada vez mais especialistas. “A acessibilidade é um grande mercado de trabalho. Ainda não temos um número suficiente de profissionais qualificados na área. Por isso, é de fundamental importância conscientizar e profissionalizar nossos técnicos por meio do Sistema Confea/Crea. A Cartilha de Acessibilidade é um documento que precisa ser amplamente disseminado, alcançando o máximo de profissionais possíveis, para que possamos juntos construir ambientes mais inclusivos e sustentáveis,” afirmou.

O engenheiro também demonstrou grande satisfação em apresentar o resultado do trabalho no Conade. Ele ressaltou que a cartilha é fruto de um extenso esforço iniciado em 2011 pelo Crea-SC e que, com o apoio do Confea, ganhou abrangência nacional. “Foi uma honra apresentar no Conade o resultado desse projeto, que começou há 15 anos no âmbito do Crea-SC e que hoje tem um impacto em nível nacional. Este é um marco na valorização da acessibilidade como parte essencial da engenharia e do planejamento urbano”, declarou. Destacou ainda o apoio do Sistema Confea/Crea e Mútua e a constante valorização do tema por meio de eventos, palestras e seminários.

Faganello destacou que a acessibilidade beneficia toda a sociedade, indo além do suporte às pessoas com deficiência. “Quando se fala de acessibilidade, não é apenas sobre atender a pessoa com deficiência, a pessoa surda ou cega. Trata-se de todos nós. No futuro, cada um de nós que talvez venha a necessitar de um mundo mais acessível. Esse é um benefício universal,” pontuou.

A publicação, que está disponível para download no site oficial do Confea, busca disseminar as melhores práticas e promover reflexões sobre a construção de cidades inclusivas, reforçando o compromisso do Sistema Confea/Crea e Mútua com a qualificação técnica e a promoção da acessibilidade no Brasil.

 

Episódios destacam trajetórias que combinam Engenharia e experiências científicos
Primeiro episódio no ar! Neste mês de fevereiro em que se comemora o Dia das Mulheres e Meninas na Ciência, o Crea-SP traz websérie que destaca a importância feminina na área tecnológica. Iniciativa que tem relação direta com a data de 11 de fevereiro, instituída pela ONU, como símbolo da consolidação das conquistas de equidade e diversidade. Mais do que uma celebração, a ação do Conselho busca ampliar a presença das mulheres na ciência e na Engenharia pelo exemplo. 

Na estreia, o vídeo “O Começo” conta a trajetória de Narayane Ribeiro Medeiros, estudante de Engenharia Aeroespacial no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos (SP), da infância na pequena cidade de Alto Paraíso de Goiás (GO) até entrar na instituição de ensino que é uma referência. Revelando que seu contato inicial com a ciência era totalmente teórico, mas o que lia e assistia a estimulou a entender as oportunidades, e ao conversar com seu professor ele lhe indicou o melhor caminho. “Me disse que o ITA seria uma grande oportunidade, que eu teria acesso não apenas a laboratórios, mas a ter alojamento e alimentação, o que seria importante para eu poder me dedicar integralmente aos estudos”, relembrou. 

Ao falar da escolha pela Engenharia Aeroespacial, ela apontou que surgiu do fascínio pelo conhecimento contínuo e pela amplitude da área. “É uma matéria que nunca se esgota, sempre há algo novo para aprender, e isso me encantou”, admitiu. Hoje ela percebeu que não estava apenas aprendendo, mas começando a construir uma trajetória com amplas possibilidades. O que a levou a participar de grupos de competição tecnológica, como os de robótica. “Foi quando saltei da teoria para a aplicação em algo prático”, assegurou.  

Hoje, Narayane vê iniciativas institucionais como fundamentais para ampliar a diversidade e a participação das mulheres na Engenharia. “Projetos como o Programa Mulher do Crea-SP mostram que temos espaço, porém temos que lutar por ele. É um incentivo que motiva e prova que é possível conquistar”, explicou. Essa percepção dialoga diretamente com ações do Conselho, como a Cartilha do Programa Mulher do Crea-SP, lançada no fim do ano passado, que evidencia avanços significativos na representatividade feminina nas áreas tecnológicas e reforça o papel estratégico da instituição na promoção da equidade de gênero. 

O documento mostra que as mulheres já representam 20% dos profissionais registrados no Sistema Confea/Crea, contra apenas 4% há quatro décadas, e destaca atividades que impactaram mais de 11 mil pessoas em 2024, como capacitações, palestras e treinamentos. Além disso, apresenta medidas concretas de proteção, como o canal de denúncia e a orientação para combater assédio e discriminação, consolidando o compromisso institucional com a segurança e a valorização das profissionais. Conjunto de ações que levou o Conselho a certificação da ABNT em boas práticas no combate à violência contra as mulheres e que mostram como o Programa pode ser um agente transformador na construção de um setor mais diverso e inclusivo. 

Confira as datas de exibição dos episódios: 

18/02: “O Começo 

25/02: “A Permanência” – que traz a engenheira agrônoma Ana Paula Packer, chefe-geral da Embrapa Meio Ambiente, com foco na ciência como decisão e liderança. 

08/03: “O Protagonismo” – com a engenheira agrônoma Tsai Siu Mui, vice-diretora do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena/USP), que estará disponível no Dia Internacional da Mulher, dia 8 de março, sobre o legado que abre caminhos para novas gerações. 

A veiculação ocorre em múltiplas plataformas, reforçando que ciência e Engenharia são espaços inclusivos. Com as histórias de protagonismo feminino disponíveis na TV Crea-SP, canal oficial do YouTube com outros conteúdos nos perfis do Crea-SP no Instagram e no TikTok 

Produzido pela CDI Comunicação

No dia 04.02, a diretoria da AERC, juntamente com seu Presidente Osmar da Silva Junior., estiveram em São Paulo visitando a sede do CREA- SP, onde foram recebidos pela Presidente Lígia Mackey.

 

A AERC parabeniza todos os envolvidos no Projeto Thunderbóticos – SESI – na temporada 2025/26 pela força e comprometimento de toda a equipe!

 

 

Hoje, 12/12, aconteceu na Câmara Municipal de Rio Claro, a apresentação do projeto “Apoio Matricial ao Empreendedorismo Inovador”, realizado em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, o Centro de Inovação Tecnológica, a Unesp e com apoio do PPPP Fapesp – Programa de Pesquisa em Políticas Públicas.

– Projetos inovadores criados em 2025

– Estratégias para fortalecer a Política Municipal de Inovação

– Oportunidades de apoio, capacitação e consultorias

– Como empresas, universidades e cidadãos podem se unir pela inovação de Rio Claro

Richard dos Santos Bonde, de nosso Conselho Fiscal, esteve presente no evento representando a AERC.

 

A @acaroldoagro, o @hespanhavictor e @ajosirocha estão confirmados nos Talks do XVI Encontro Crea-SP Jovem, que acontece no dia 06 de dezembro, no auditório do Crea-SP, na Avenida Angélica, em São Paulo.

Com trajetórias que passam pelo agronegócio inovador, pela exploração espacial e pelo impacto da neurociência no desenvolvimento profissional, eles trarão diferentes perspectivas sobre os caminhos que estão transformando o futuro da engenharia e das profissões do Sistema.

🚨 Atenção: vagas esgotadas!

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